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17 de Setembro, 2018

No Santuário encontrei aquilo que meu coração tanto ansiava!

Hoje celebramos os 46 anos do nosso Santuário Tabor da Permanente Presença do Pai!!! Este é um dos Santuários mais visitados do Brasil, e aqui muitas pessoas alcançam graças por intercessão da nossa querida Mãe e Rainha. E hoje trazemos o testemunho vocacional de uma Irmã de Maria de Schoenstatt que descobriu sua vocação através do Santuário, da Campanha da Mãe Peregrina.

“Quando conheci a Mãe Peregrina e o Santuário, tinha entre 8 e 9 anos de idade.  A Campanha da Mãe Peregrina começou na minha cidade (Sumaré/SP) através de uma tia, que peregrinou ao Santuário de Atibaia/SP, conheceu, se interessou e levou isso à minha mãe, e juntas elas começaram a Campanha da Mãe Peregrina lá.

A coordenadora da Campanha de Campinas, cidade vizinha, começou a acompanhar esses missionários, fazer reunião com eles, dar formação de Aliança e também sobre a história do movimento. E nessas reuniões sempre levava seu filho, Cássio, e ele fazia um encontro com as crianças enquanto a reunião com os missionários acontecia. Sempre íamos eu, minhas primas e alguns amiguinhos. A gente brincava, mas também falava sobre o santuário, uma formação para as crianças. E numa dessas reuniões, o Cássio falou que era missionário e levou a imagem da Mãe Peregrina das crianças da qual era missionário. Aquilo me  muito encantada! Quando terminou a reunião falei com a minha mãe que eu também queria ser missionária, que queria levar uma Imagem daquela, e minha mãe não teve sossego até conseguir uma Imagem. Quando conseguimos formamos um grupo de crianças na minha rua, com os amiguinhos, e eu comecei a ser missionária da Mãe Peregrina.

Alguns anos, as Irmãs iam na minha cidade para se encontrar com os missionários, e lembro que numa dessas ocasiões, a Ir. M. Santina, e a Ir. Mariane foram e ficaram hospedadas na casa da minha avó. E estávamos lá, eu, minhas primas e meus irmãos, e eu era a mais velha, tinha uns 9 anos no máximo. Ficávamos só olhando as irmãs, contemplando… e daí eu falava para as minhas primas e meus irmãos menores: “ah, vai lá pergunta para as irmãs o que elas fazem”. Eu estava super interessada, mas tinha muita vergonha de perguntar então mandava as pequenas, elas iam, perguntavam, e as irmãs super interessadas, super prontas respondiam, davam muita atenção para nós. E eu, ficava instigando as crianças a perguntar, e prestava atenção em tudo aquilo que elas contavam, e já fui me interessando, e a partir dali aquilo foi amadurecendo aos poucos.

Depois, nós começamos com a Campanha da Mãe Peregrina na catequese. Eu comecei a ajudar como catequista e tive o desejo de levar a Mãe Peregrina para passar também nos grupos de catequese. Comecei no meu grupo e depois outros grupos se interessaram. Tínhamos ali cerca de 8 Imagens que passavam com as crianças do bairro e também da catequese. Na época eu era ainda muito nova e não podia ser responsável pelo grupo, então a coordenadora de catequese ficou como coordenadora da Infanto Juvenil e eu como ajudante.

Todos os anos minha mãe participava dos encontros de coordenadores no Santuário, e sempre levava um dos filhos (somos em quatros irmãos), e nessas oportunidades eu pude também conhecer um pouco mais da espiritualidade [de Schoenstatt], e o que mais me chamou atenção num encontro que participei com minha mãe, foi o livro Santidade de todos os dias, e minha tia e madrinha que também estava no encontro, me presenteou o livro. Me interessei muito por esse material porque a santidade era algo concreto, que podia ser vivido no dia a dia, não era algo tão distante como eu imaginava. E eu tinha esse anseio dentro de mim, pois participava do grupo da Mãe Peregrina, era muito atuante em grupo de jovens, mas via um contraste muito grande entre aquilo que os jovens, meus amigos, viviam na igreja e aquilo que eles viviam depois nas festas, em seus momentos de descontração.

Eu achava que era preciso viver aquilo inteiramente, não pela metade, e isso foi sempre mais cativando dentro de mim essa busca por algo maior, algo que eu não estava encontrando ali. Então com a Mãe Peregrina, com o movimento de Schoenstatt fui me introduzindo, sempre acompanhando minha mãe nas reuniões, formação de Aliança de Amor, Santuário-Lar, nas Romarias que íamos todos os anos ao Santuário, e isso foi amadurecendo esse desejo, este sentimento.  Depois quando fiquei adolescente, estava trabalhando, tinha a possibilidade de fazer uma faculdade, já tinha até feito vestibular, essa saudade dentro de mim ainda existia, então busquei no Santuário fazer encontros vocacionais, e nele [Santuário] encontrei aquilo que meu coração tanto ansiava, tanto buscava.

Entrei no Juvenato* em 2004, para experiencia vocacional, em 2005 fui para o postulado e a vestição, e realmente me encontrei neste caminho. Sinto que a Mãe foi me preparando desde criança, desde os meus 8, 9 anos, para que hoje, na casa dela, no Santuário, eu possa também levá-la a muitas pessoas. A quantas pessoas eu tive a oportunidade também de apresentar a Mãe, levar a Mãe Peregrina, explicar sobre o Santuário, falar da espiritualidade de Schoenstatt. Hoje posso retribuir tudo isso que recebi da Mãe no Santuário, e tenho muita alegria pela experiência de há 13 anos ser Irmã de Maria de Schoenstatt.

Eu não consigo imaginar a minha família sem a presença da Mãe Peregrina, a Mãe está na minha família desde que eu era criança. Nós temos Santuário-Lar em casa, meus irmãos que são casados também têm a Mãe em suas casas, ela faz parte da nossa família.

Toda a caminhada que fiz, tudo é obra dela, graças a ela, um presente dela que eu realmente só tenho a agradecer!”

Ir. M. Márcia Carmo da Silva

 

Para saber mais sobre as Irmãs de Maria de Schoenstatt, clique aqui!

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* Casa junto ao Santuário que acolhe as jovens para discernimento vocacional antes de iniciar com os tempos de formação da Comunidade. Para mais informações sobre o Juvenato de Atibaia, entre em contato com a Promotora Vocacional, Ir. M. Credileide, através do telefone: (11)97221-1036 ou por e-mail: imvocacional@gmail.com

 
 


Fonte: Campanha da Mãe Peregrina


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