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12 de Junho, 2019

Namoro: futuro da vocação do matrimônio

“O futuro da famí­lia depende da preparação.”

O que diz o Pe. José Kentenich sobre o amor? “O amor não descansa até conseguir a fusão, a troca e a complementação dos corações e o aperfeiçoamento da personalidade, pela entrega a um tu pessoal… O amor autêntico leva a nos preocuparmos constantemente com o outro. Está interessado pelo tu, pelo seu bem. Não se concentra em si mesmo, não busca o próprio eu, não busca a autossatisfação. Busca o proveito, o crescimento do tu”.[1]

Hoje, 12 de junho, o Brasil comemora o dia dos namorados. Voltemos nossa atenção para o namoro como uma preparação, que no futuro se torne família. O Papa João Paulo II diz: “O futuro da famí­lia depende da preparação.”[2]

“Diga-se o mesmo do namoro, do noivado. Para a escolha do namorado ideal, da namorada mimosa; para que o namoro, os encontros, o amor mútuo, o mútuo conhecimento e entrosamento deem certo; para que o namoro enfim não seja negativo, mas construtivo (ainda que não prossiga) é indispensável a preparação”.[3]

Namoro e a busca da santidade

“O amor é concreto todos os dias[4]”, disse o Papa Francisco. Viver o namoro nos caminhos de Deus, buscando a santidade diária, um ajudando o outro a reavivar a fé. Colocando como atividade à dois o encontro de jovens, ir a Santa Missa e participar das atividades da Igreja. “É de premente necessidade buscar o sentido, a definição correta do namo­ro para se obter êxito nele e para que os namorados não caíam vítimas das falsas concepções do namoro hoje tão em voga”.[5]

“Os namorados que empregarem o melhor dos seus cuidados e tempo para obter êxito no namoro e construir a felicidade do casamento, estão seguindo a bela advertência de Cristo: Construí vossa casa sobre a rocha, para que, sobrevindo as chuvas, os ventos, as tempestades, a casa não desabe.” (Mt, 7,21-29).[6]

Tempo de educar-se

O namoro também é um tempo de escolha, de encontros e principalmente de conhecimento de mútuos, é tempo de amar e educar-se, uma preparação para a vocação do matrimônio. “Mas amar é uma arte. Importa conhecê-la, educar-se nela. E a educa­ção e treinamento para o amor começa no namoro, e durará por toda a vida. Pois, o valor, a beleza, a importância, como também os perigos e entraves do amor são inesgotáveis. São inúmeros os perigos que rondam o amor. Para que os namorados entrem para o namoro e o casamento, aptos a exercer com sucesso essa arte”[7]

Foto: Exe Lobaiza

[1] Pe. Irineu Trevisan, livro: A arte de namorar

[2] Papa João Paulo II – Carta as Famílias GRATISSIMAM SANE – 1994 Ano da Família

[3] Idem 1

[4] Papa Francisco: Regina Coeli 06 de maio de 2018

[5] Idem 1e 3

[6] Idem 1, 3 e 5

[7] Idem 1,3,5 e 6

Por: Juliana Dorigo