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22 de Abril, 2015

A distância dá lugar ao desejo de se encontrar com a Mãe!

116 peregrinos participam da 20ª Romaria da Arquidiocese de Montes Claros ao Santuário da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, Atibaia.

“Todas as vezes que vamos é como se fosse à primeira vez, tudo é tão perfeito, que temos certeza da existência de Deus, e que o Santuário, seja onde for, é um pedacinho do céu” afirma Seleoma Carneiro Silva, de Montes Claros.

Outro ponto que ela destaca é o acolhimento, “é algo que me faz crescer muito, pois, vejo que não há diferenças, somos recebidos com igualdade e muito carinho”.

A Arquidiocese de Montes Claros fica cerca de 900 km de distância do Santuário de Schoenstatt em Atibaia, foram aprox. 17h de viagem, mas para alguns peregrinos que vieram de outras cidades, como Salinas, Cristália, Francisco Dumont, Pirapora, ainda se acrescenta mais 3 ou até 4 horas de viagem até Montes Claros, local de onde saiu a peregrinação.

São três ônibus de peregrinos, cada ônibus têm a alegria de ter um sacerdote acompanhando a peregrinação, são Pe. Andre Pereira Souto, de Bocaiuva, Pe. Oliveira Rodrigues Odilon, de Francisco Dumont, Pe. Ari da Piedade, de Montes Claros.

Segundo Pe. Ari, novo Assistente Eclesiástico da CMP na arquidiocese de Montes Claros, a distância se torna insignificante diante do desejo de chegar a este lugar abençoado. “O amor á Mãe e Rainha falou mais forte em nossos corações! Assim a distância se torna menos importante, dando lugar ao desejo maior de encontrar esse lugar abençoado com essa acolhida maravilhosa da Mãe.”

 

No Santuário somos acolhidos pela Mãe

“Acreditamos que chegando à casa da Mãe Rainha, somos acolhidos pela própria Mãe. Alguns romeiros já peregrinam há 20 anos e espalham a notícia de que aí no Santuário é bom estar. Então,  todo sentimento de alegria, fé e amor recebidos no Santuário preenche muitos vazios que se encontram no coração e isso nos dá a certeza de que ao peregrinar tão longe voltamos fortalecidos e com coragem de continuarmos nossa vida em nossa realidade” acrescenta Sônia Maria Cruz de Souza.

Ela também confessa que é a Mãe quem escolhe as pessoas para participar da romaria, “é um mistério as coisas de Deus! Quando pensamos que não vai dar certo... "Ele" nos surpreende. 

Interessante que muitos estavam na lista para participar a romaria, muitos disseram o SIM, mas os escolhidos foram bem diferentes, assim entendi, que realmente vai quem a Mãe sabe que precisa ir”.

No Santuário a romaria tem uma programação voltada para a oração, reflexão, os peregrinos não querem perder nenhum minuto, nem as limitações em relação a idade os impedem de acompanhar. “O que me chama a atenção que ninguém reclama ou fica sem acompanhar. Todos querem participar de tudo.” Sônia Maria Cruz de Souza.

 

Ninguém sai do Santuário da mesma forma que entrou

Esta é uma realidade que cada peregrino experimenta. Quando chega a hora de partir é sensível o sentimento de saudade, mas também a alegria e a gratidão por todas as graças e bênçãos recebidas no Santuário.

Pe. Ari da Piedade, revela o que leva destes dias de peregrinação “Trago um forte amor da Mãe comigo, que me renovou na busca de aprofundamento da missão. Que por meio de Maria, seguindo seu exemplo podemos fazer a verdadeira experiência do encontro com Cristo, e ser no mundo de hoje, com suas exigência, testemunhas da Aliança de Amor. Cada recanto por onde passávamos ou que ia sozinho, sentia o amor e o zelo e, consequentemente a revelação do amor de Maria por mim naqueles locais. Que agradecer de coração a oportunidade que me foi dada. Deus abençoe a todos com abundantes graças.”

 

 

Por: Ir. M. Márcia C. da Silva