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03 de Janeiro, 2015

Epifania do Senhor

É uma festa importante do ano cristão. Epifania é uma palavra grega que deriva de epi e faino (brilhar, manifestar-se).

Paulo diz a Tito que “manifestou-se (epifane) a graça de Deus… aguardando a ditosa esperança e manifestação (epifaneia) da glória do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo” (Tt 2,11.13).

É a festa da Manifestação do Senhor.  A tradição latina identifica-o com a visita dos Magos ao Menino Jesus em Belém, e portanto interpreta-o sobretudo como revelação do Messias de Israel aos povos pagãos. A tradição oriental, ao contrário, privilegia o momento do batismo de Jesus no rio Jordão, quando Ele se manifestou como Filho Unigênito do Pai celeste, consagrado pelo Espírito Santo. Mas o Evangelho de João convida a considerar “epifania” também as núpcias de Caná, nas quais Jesus, transformando a água em vinho, “manifestou a sua glória e os seus discípulos creram nele” (Jo 2, 11).

O Evangelho de Mateus nesse dia nos diz: “Eis que alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém,perguntando: ‘Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo. (Mt 2,1-2). E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino.Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande.Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram”. (Mt 9-11)

E o salmista aclama: “As nações de toda a terra, hão de adorar-vos ó Senhor”, porque Jesus veio para todos nós, para todos os povos, para todos!

Os Magos deixaram-se orientar por uma estrela que os conduziu até o pequeno Rei na gruta de Belém. No Ano Centenário da Aliança de Amor pudemos contemplar muitas famílias que colocaram uma estrela na Imagem Peregrina e em seu Santuário-lar. Volvamos nosso olhar, como os Magos, neste novo século de Schoenstatt seguindo também a “Estrela”, que tem a tarefa de nos conduzir ao pequeno Rei do presépio.

Sigamos a “estrela”, ela nos conduzirá por caminhos seguros, iluminando por onde devemos ou não passar.

Seja você uma “estrela” indicando para outros caminhos de luz, de alegria.

 

Por: Ir. M. Teresila Prates


Fonte: www.jufem.com.br


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